
O Movimento dos Trabalhadores sem-terra é intitulado por muitos como sendo um movimento social, contudo, vem fugindo do que vem a ser um movimento social de caráter sério, com pretensões sérias. Nos últimos anos os integrantes do MST têm cometido inúmeros crimes de invasão e destruição de propriedades, e o pior: as notícias mostram uma impunidade que lhes é conveniente. Eles invadem o que querem invadir, depredam causando uma quantidade infindável de prejuízos ao próprio país e não sofrem conseqüências.
A princípio a essência do movimento angariou o apoio de milhões de brasileiros, mas a atualidade é realmente assustadora; a atualidade é de um movimento completamente inverso e deturpado ao que se propunha há 20 anos, quando ainda se pensava em uma sociedade justa.
Recentemente, o movimento, que a meu ver tem caráter ilícito e nefando, invadiu uma fazenda em São Paulo, e fazendo uso de um trator destruiu, sem o menor pudor, aproximadamente cinco mil pés de laranjeiras, que, por sua vez, eram frutos do trabalho de uma determinada fábrica que trabalhou para conseguir plantá-las. Fábrica esta que gera empregos para muitos brasileiros que antes não possuíam sustento. É o direito de propriedade sendo nitidamente ignorado. É agressão à ordem pública.
O nosso atual presidente pode até apoiá-lo, mas trata-se, sim, de um movimento terrorista que impõe o caos à sociedade, uma vez que o movimento não se preocupa com o bem-comum, mas somente com os seus ideais egoístas e pouco humanizados. Uma coisa é querer terras para produzir e progredir (a tão conhecida reforma agrária) e outra, completamente diferente, é sair invadindo, demolindo e saqueando tudo que se vê pela frente como forma de protesto, como meio de fazer exigências.
Pergunto-me: onde está o estado que tem a obrigação de proteger e fazer valer a lei? Indubitavelmente inerte... Atado.








