segunda-feira, 12 de abril de 2010

31/03/2010





Torno a dizer que muitas frases repletas de substantivos e adjetivos que envaideçam a tua pessoa poderiam ser utilizadas quando paro para escrever sobre ti.
Completas mais um ano de existência aqui na terra, e nesta longa jornada pudestes aprender algumas das mais preciosas lições que só a vida tem a proporcionar. É bem verdade que ainda tens muito para aprender, mas o aprendizado é ininterrupto e eterno enquanto dura! Por isso, saiba extrair ao máximo tudo que acrescente! Não tenha medo de seduzir a vida nua e crua como ela é... Tenha medo apenas do arrependimento de ter deixado de fazer algo, pois sabemos que a negligência pode se tornar amaríssima!
O amadurecimento significa sabedoria, então viva tudo a que se tem direito, como você sempre me ensinou. Sorrir e se sentir o máximo só faz bem. Mantenha os sorrisos cálidos estancados na face e só ganharás por isso! Porque a vida é UMA SÓ, e ela passa sorrateiramente!
Tão sorrateiramente que cresci e nem notastes, e hoje estou aqui, dedicando a ti minha estirpe idônea, que também denota os laços consangüíneos que possuo nas entranhas.
Sou muito feliz por tê-lo como pai e, acima de tudo, presente em minha vida.
Torço sempre pela sua felicidade, e quando precisares de cuidados, podes ter a certeza de que tens uma filha pronta para estender-te a mão.
Muito obrigada por fazer parte de minha trajetória.



Amar-te-ei para sempre!

Cicatrizes...



Do fundo de minha amaríssima precocidade, ordenei a mim mesma o direito de autodefesa contra tudo aquilo que teima em se opor, pois os sentimentos proexistentes do atual sofrimento já me causaram muitas cicatrizes inolvidáveis que eu desejaria aniquilar, se possível.
É difícil tentar pensar fixamente e exprimir aquilo que não me ocorre. Eu poderia (e deveria) ser positiva e negligente como a maioria dos inexperientes errôneos da "casa dos dezenove", mas é difícil fugir do meu eu mais íntimo, principalmente quando a válvula de escape é uma escrita própria feita à mão.
É difícil; quase impossível, eu diria.



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