Saudades da época em que tudo se
findava em brincadeiras pueris, ao passo que a única responsabilidade era
acordar cedo para ir à escola no dia subsequente.
Quando cedo espaço às
reminiscências que me vão vindo, percebo o quão cruel e lindo é o crescimento
do indivíduo.
Sofro com as palpitações dos
temores tão meus, com a dilacerante consciência de SER... Com a inquietude do “porvir”.