terça-feira, 19 de fevereiro de 2013



Saudades da época em que tudo se findava em brincadeiras pueris, ao passo que a única responsabilidade era acordar cedo para ir à escola no dia subsequente.  
Quando cedo espaço às reminiscências que me vão vindo, percebo o quão cruel e lindo é o crescimento do indivíduo.
Sofro com as palpitações dos temores tão meus, com a dilacerante consciência de SER... Com a inquietude do “porvir”.