segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Pai!




Lembrar de você é lembrar de momentos felizes, melífluos, afáveis.
Devo a você lembranças dos mais lindos momentos de minha vida, que fazem do meu amor por você um amor idílio, singular.
Quanto aprendizado, quantas lições de vida, quantos ensinamentos, palavras de incentivo, de carinho, afeto e respeito recíproco.
Você sempre foi e é bem mais que um pai. Meu preceptor ímpar que, com certeza, será sempre inolvidável. Não somente por ser mãe nos momentos mais imos, em que só uma mãe deveria agir; não somente por me oferecer achego sempre que preciso; não somente por acreditar em mim cegamente, investindo total confiança; não somente por, apesar de todas as inconseqüências e desvarios, não ter desistido de mim; não somente por suas magnanimidades, e também seus defeitos, mas sempre mostrando total inteireza.
A pessoa a quem tributo total respeito e idolatria. Um pai mais que proeminente e idôneo. Precípuo em minha vida.
Seria imodéstia falar que você é o pai que toda garota gostaria de ter?! Pouco importa.
Você merece bem mais que um título de pai perfeito, e faço questão de promulgar ao mundo que me sinto imensamente soberba por poder gozar de sua confiança, amizade e por, principalmente, por tê-lo como pai. Em suma, o que sinto por você é inexplicável, diria até ininteligível, algo que não pode ser expresso em palavras ou atos, mas que, verbalmente, é um amor incomensurável, ciclópico, hiperbólico!


Amo-te! E amar-te-ei para sempre e mais um dia.

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